Buraco de Minhoca

Descrição Curta:
Espetáculo do TEATRO SINGULAR com direção e coordenação pedagógica de Paulo Gircys.

Classificação Etária: 14 anos

Mais Informações: (11) 4433-0789

Teatro Municipal Maestro Flavio Florence

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Dia 18 de junho de 2019 às 20:00

Preço: 20,00 / Na bilheteria do Teatro a partir das 18h, no dia do espetáculo / Dinheiro e cheque.

Endereço: Praça IV Centenário, s/nº, Paço Municipal de Santo André, Centro, 09015-080, Santo André, SP

Descrição

Buraco de Minhoca
Sinopse

“Se você estivesse lá!?” é o que se perguntam 5 jovens em viagem quando se deparam com ofensas diante de culturas que tanto amam. Eles se encontram para jantar em um lugar desconhecido e não sabem se devem sair dali ou defender suas crenças. A nova peça do Teatro Singular, Buraco de Minhoca, discute xenofobia - o preconceito com o outro, com outra cultura, que se justifica
muitas vezes pelo desconhecido ou pelo estereótipo. Sem saber o que fazer, perguntam o mesmo para o espectador, que também se vê sem saída e não distante do mesmo questionamento.

Ficha Técnica
Espetáculo: “Buraco de Minhoca”
Direção e coordenação pedagógica: Paulo Gircys
Dramaturgia: Teatro Singular
Elenco: Ayla Monteiro, Gabriela Villa-lobo, Guilherme Szabo, Luiza Magalhães, Yasmin Saleme

Figurinos: Renata Regis
Cenografia e iluminação: Arthur Hideki
Sonoplastia: Teatro Singular
Produção: Teatro Singular
Arte gráfica: Arthur Hideki


Histórico do grupo
O grupo de teatro do colégio Singular, mais conhecido como TEATRO SINGULAR, em Santo André, existe há 30 anos. O que começou como uma turma aberta por alguns professores de outras áreas do colégio, se firmou em 1989 com o diretor e arte-educador Marcelo Gianini que até 2014 assumiu a coordenação do curso.
As diversas montagens foram apresentadas nesses anos todos em diversos teatros do ABC Paulista, capital e interior, além de diversos festivais estudantis por todo o estado, totalizando 100 prêmios e mais de 70 indicações em diversas categorias de atuação, direção, dramaturgia, iluminação, dentre outros.
Além disso, o grupo atingiu nova profundidade de estudo ao se tornar objeto da dissertação de mestrado de Gianini, na ECA-USP, sob orientação da professora doutora Ingrid Koudela, sob o título “João, Artur e Alice: brincando de fazer teatro na contemporaneidade – processos de criação como prática pedagógica”
Atualmente a coordenação do Teatro Singular é de Paulo Gircys, que já compunha a equipe de professores de teatro das unidades de Santo André e São Bernardo do Campo, e iniciou seus estudos teatrais no próprio Teatro Singular há 10 anos e se graduando em Licenciatura em Artes Cênicas também pela USP.
Nestes 30 anos de atividade ininterrupta foram montadas as seguintes peças:
1989: Mauser, de Heiner Muller (leitura dramática).
1990: Procura Sinistra, de Solange Dias.
1991: Boas Salenas Cronópio Cronópio, baseada na obra de Júlio Cortázar.
1992: O Mito de Eros e Psiqué, a partir da mitologia grega.
1993: Fuenteovejuna, de Lope de Veja.
1993: Psiqué, de Marcelo Gianini e direção de Esdras Domingos.
1994: Tempestades, baseada no texto de William Shakespeare.
1996: Cabaré Danton, baseada no texto de Georg Büchner.
1997: O Alienista, adaptação de Ivan Ribeiro e TEATRO SINGULAR para o texto de Machado de Assis.
1998: O Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare.
1999: A Odisséia Psicodélica do Ônibus Amarelo Rumo à Woodstock, texto de Edir Linhares e TEATRO SINGULAR.
2001: Com Defeito de Fabricação, texto de Edir Linhares e TEATRO SINGULAR baseado em novelas da obra “Decamerão”, de Bocaccio.
2002: Paixão e Morte de João de Santo Cristo, texto do TEATRO SINGULAR baseado na música “Faroeste Caboclo”, da banda Legião Urbana.
2004: A Segunda Viagem do Engenhoso Cavaleiro Dom Quixote de La Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Pança, de Antonio José da Silva, o Judeu, baseada na obra de Miguel de Cervantes.
2005: A Távola Redonda, adaptação do TEATRO SINGULAR da obra de Tankred Dorst.
2006: Adeus, Robinson, de Julio Cortazar (leitura dramática).
2007: Não é Alice no País das Maravilhas, baseada na obra de Lewis Carroll.
2008: K., baseada na obra de Franz Kafka.
2009: Sétimo Selo baseada na obra de Ingmar Bergman.
2010: Dorian Gray: cones & bastonetes, baseada na obra de Oscar Wilde.
2011: Leonce, Lena, Valério e a Governanta, baseada na obra de George Buchner.
2014: Por Enquanto Antônio, baseada no filme O Clube da Luta, de David Fincher
2016: Sintoma Social – o esquecimento do massacre faz parte do massacre, de Enrique Aue
2017: Todos os Títulos que demos a Este Espetáculo foram Imprestáveis – Inclusive Este, à partir das obras visuais de Banksy e do enredo de Dom Quixote
2018: X – de Outra Forma que não com os Olhos, de Laura Cursino e Ayla Marcela

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