Exibição do Filme: Berenice

Direção Wellington Darwin, Brasil, 77'


Linguagens

Audiovisual Cinema

Descrição curta

Filme/poema situado no campo do cinema experimental que tem como fio condutor a história de encontro/desencontro entre dois personagens antagônicos, e desses com um casarão colonial aos pedaços que, a que tudo indica, é o único elemento real dessa história.

Classificação Etária: 12 anos

Mais Informações: (44) 4461-2081

Auditório Heleny Guariba

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Dia 28 de abril de 2018 às 19:00

Preço: gratuito

Endereço: Praça IV Centenário, s/nº , Centro, 09015-080, Santo André, SP

Descrição

Sobre o filme
Livre adaptação do conto homônimo de Edgar Allan Poe, BERENECE empresta deste o aspecto do mistério e o final trágico. A doença de Egeu, monomania, é pedra fundamental da estrutura narrativa do longa, assim como da própria fotografia. A opção por planos longos e contemplativos, a utilização de alguns blacks, cenas construídas como quadros, com pouquíssimos cortes em planos, são elementos que fazem referência direta à sua doença. Tendo como base o texto “Filosofia da composição” de Poe, o filme BERENICE pode ser entendido como uma espécie de poema, que tem como objetivo o Belo, onde o tom é a Tristeza e a Melancolia. Essas duas últimas muito bem representadas por uma trilha sonora original formada por dez músicas instrumentais compostas no piano. Já os diálogos foram substituídos por poemas de Fernando Pessoa, especificamente os heterônimos Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Assim, temos o universo de Poe temperada com a melancolia de Álvaro de Campos e pela fome de viver de Ricardo Reis, tudo isso enquadrado por uma fotografia bela e contemplativa, culminando num final trágico, no maior estilo Edgar Allan Poe.

Sobre o diretor: Bacharel em História pela PUC-SP e pós-graduado em Educação Ambiental pelo SENAC, é formado em Cinema pela ELCV (Escola Livre de Cinema e Vídeo). Realizou curso de roteiro cinematográfico com o cineasta Orlando Senna. Trabalhou com Suzana Amaral em curso de documentário. Participou em filmes de curta metragem na região da Grande São Paulo, como Diretor, Produtor e Produtor Executivo, onde acumulou prêmios de melhor curta-metragem e menções honrosas. Atualmente é sócio na DGT filmes, produtora independente com quase 20 anos de existência, onde integrou, dentre outros, “Ralé” (Longa-metragem de Helena Ignez, Festival do Rio, Mostra Internacional de São Paulo e Munchen FilmFest 2015) onde foi platô, produtor associado e colaborou no roteiro; “Inaudito” (Longa-metragem de Gregório Gananiam, selecionado no 19º Encontros com o Cinema Brasileiro – Festival de Berlim. 2016) onde foi produtor e produtor executivo; “Convicto” (Longa-metragem de Sergio Gagliardi, 8o In-Edit Brasil 2016) onde foi Produtor; e do longa metragem "Berenice" onde foi diretor e roteirista (19º Encontros com o Cinema Brasileiro – Festival de Roterdã; Convidado pelo Festival International Du Film Sur Le Handicap de Cannes (FIFH); Selecionado para o Around Internacional Film Festival Amsterdã 2017 – melhor filme julho/2017). Produtor Associado no filme de José Sette de Barros “Quebranto” (2017), produção Cavideo, coprodução DGT Filmes e Canal Brasil.

Publicado por

ELCV - Escola Livre de Cinema e Vídeo

A Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André propõe um curso livre e gratuito na área de audiovisual, trabalhando com recursos digitais e com produção de baixo orçamento buscando a vivência prática e artística desta linguagem.
A E.L.C.V. é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Santo André, SP.

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